Boas Tardes.
Sou morador nos Moinhos da Funcheira, e venho por este meio mostrar omeu desagrado no que respeita á manutenção do jardim com churrasqueira, situado nas traseiras da Avn. Armando Romão e Rua José Galvão.
A churrasqueira já algum tempo que está cheia de buracos devido aovandalismo que andou na zona, tenho receio que venha até a cair e comcrianças a brincar no jardim, ainda alguém se vai magoar.
Deixamos de ter água na zona da churrasqueira, a torneira está lá masa água é mentira e no entanto a rega automática dos espaços verdes porcima do ringue de futebol na Rua José Galvão, durante a noite quandose inicia, uma das regas está a regar o ringue da bola, ora o cimentonão precisa de ser regado....."água desperdiçada"
Alguma duvida não hesitem em contactar-me.
Melhores cumprimentos,
João Filipe.
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A situação foi reportada à Junta de Freguesia de São Brás e à Camara Municipal da Amadora em 05-07-2008
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5 de julho de 2008
11 de junho de 2008
4 de junho de 2008
2 temas para publicação - Jornal da Região
From: moinhosdafuncheira@hotmail.com
To: comercial@jornaldaregiao.pt
CC: moinhosdafuncheira@hotmail.com; geral@cm-amadora.pt; imprensa@cm-amadora.pt; ambientalistas_da_amadora@aeiou.pt; jfsbras.amadora@netcabo.pt
Subject: 2 temas para publicação no Jornal da Região da Amadora
Date: Wed, 4 Jun 2008 22:29:54 +0000
Boa noite,
Vimos por este meio, reportar 2 assuntos bastante importantes para a zona dos Moinhos da Funcheira na Amadora.
A situação mais grave e que já se verifica há bastante tempo, é o facto de termos na nossa zona, uma Estação de Tratamento e Valorização Orgânica (ETVO) em que recebemos diariamente centenas de camiões com lixo de toda a grande Lisboa e ainda por cima devido ao seu mau funcionamento somos frequentemente atingidos com maus odores.É necessária uma acção o mais rápido possivel e que defenitivamente coloque esta unidade a funcionar correctamente, pois sistematicamente o ar que respiramos para além de não ser agradável, resta saber se será prejudicial à saúde.
Esta situação verifica-se em qualquer tipo de estação do ano, mas sempre que chega o tempo mais quente, tende a agravar-se, tornando-se urgente uma acção o quanto antes.
Outro assunto não com um tão elevado grau de importância, como o assunto inicial, é o da falta de caixas multibanco a servir a nossa zona, o que para quem se desloca a pé para realizar compras no comercio local, por exemplo, se torne complicado. A Junta de Freguesia empurra para os bancos, os bancos empurram para a Junta de Freguesia, e até agora, e desde há 2 anos para cá, continuamos na mesma... Apenas com uma entidade bancária, e uma caixa multibanco na bomba de gasolina, que por acaso ou não, fica mesmo ao lado da entidade bancária.
Será que os moradores, sempre que necessitarem de levantar dinheiro, têm de se deslocar à saida dos Moinhos da Funcheira, ou ao centro da Amadora, para o fazer? Com crianças e compras, tal deslocação em vez de ser feita a pé poupando o meio ambiente, tem de ser realizada de carro, e assim contribuir mais um pouco para a poluição ambiental?
Agradeço que publiquem estes pedidos no Jornal da Região, pois apesar dos sucessivos esforços, tudo parece continuar na mesma meses após meses...
Anexo um mail de um morador, relativamente à questão da ETVO, que deveriam utilizar para colocar no vosso jornal, conjuntamente com a respectiva resposta da Valorsul.
Atentamente,
Moinhos da Funcheira
http://moinhosfuncheira.blogspot.com/
To: comercial@jornaldaregiao.pt
CC: moinhosdafuncheira@hotmail.com; geral@cm-amadora.pt; imprensa@cm-amadora.pt; ambientalistas_da_amadora@aeiou.pt; jfsbras.amadora@netcabo.pt
Subject: 2 temas para publicação no Jornal da Região da Amadora
Date: Wed, 4 Jun 2008 22:29:54 +0000
Boa noite,
Vimos por este meio, reportar 2 assuntos bastante importantes para a zona dos Moinhos da Funcheira na Amadora.
A situação mais grave e que já se verifica há bastante tempo, é o facto de termos na nossa zona, uma Estação de Tratamento e Valorização Orgânica (ETVO) em que recebemos diariamente centenas de camiões com lixo de toda a grande Lisboa e ainda por cima devido ao seu mau funcionamento somos frequentemente atingidos com maus odores.É necessária uma acção o mais rápido possivel e que defenitivamente coloque esta unidade a funcionar correctamente, pois sistematicamente o ar que respiramos para além de não ser agradável, resta saber se será prejudicial à saúde.
Esta situação verifica-se em qualquer tipo de estação do ano, mas sempre que chega o tempo mais quente, tende a agravar-se, tornando-se urgente uma acção o quanto antes.
Outro assunto não com um tão elevado grau de importância, como o assunto inicial, é o da falta de caixas multibanco a servir a nossa zona, o que para quem se desloca a pé para realizar compras no comercio local, por exemplo, se torne complicado. A Junta de Freguesia empurra para os bancos, os bancos empurram para a Junta de Freguesia, e até agora, e desde há 2 anos para cá, continuamos na mesma... Apenas com uma entidade bancária, e uma caixa multibanco na bomba de gasolina, que por acaso ou não, fica mesmo ao lado da entidade bancária.
Será que os moradores, sempre que necessitarem de levantar dinheiro, têm de se deslocar à saida dos Moinhos da Funcheira, ou ao centro da Amadora, para o fazer? Com crianças e compras, tal deslocação em vez de ser feita a pé poupando o meio ambiente, tem de ser realizada de carro, e assim contribuir mais um pouco para a poluição ambiental?
Agradeço que publiquem estes pedidos no Jornal da Região, pois apesar dos sucessivos esforços, tudo parece continuar na mesma meses após meses...
Anexo um mail de um morador, relativamente à questão da ETVO, que deveriam utilizar para colocar no vosso jornal, conjuntamente com a respectiva resposta da Valorsul.
Atentamente,
Moinhos da Funcheira
http://moinhosfuncheira.blogspot.com/
Mais um email - Mau cheiro ETVO
Boa tarde.
Sou morador a pouco tempo na urb. Do Alto da Mira na Amadora, e deparei-me com uma situação muito grave que desconhecia.
Perto da urb. Existe uma estação de tratamento de lixos da Valorsul, e desde Abril que na urb. Existe um cheiro a lixo muito forte,
Não podemos pôr a cabeça fora da janela da nossa própria casa.
Gostaria de saber se te em conhecimento de alguma acção junto dos órgãos competentes, no sentido de resolver esta questão.
Muito obrigado.
Atenciosamente,
José Castro
Sou morador a pouco tempo na urb. Do Alto da Mira na Amadora, e deparei-me com uma situação muito grave que desconhecia.
Perto da urb. Existe uma estação de tratamento de lixos da Valorsul, e desde Abril que na urb. Existe um cheiro a lixo muito forte,
Não podemos pôr a cabeça fora da janela da nossa própria casa.
Gostaria de saber se te em conhecimento de alguma acção junto dos órgãos competentes, no sentido de resolver esta questão.
Muito obrigado.
Atenciosamente,
José Castro
Email de morador - Mau cheiro ETVO
Date: Tue, 27 May 2008 22:57:42 +0100
To: moinhosdafuncheira@hotmail.com
Subject: Fwd: Noticia Moinhos da Funcheira - Mau cheiro ETVO
Assunto: Resposta a reclamação de maus cheiros em S. Brás - "CARTA ABERTA À VALORSUL"
Exmos. Senhores
Venho por este meio mostrar a minha indignação relativamente ao estado actual de funcionamento da ETVO.
Como é do Vosso conhecimento, desde o arranque desta unidade que sou contemplado por diversas vezes com os aromas daí provenientes.
Este processo foi contestado desde o inicio, não pelo facto de tal unidade ser instalada, mas porque das propostas apresentadas para a construção do mesmo a que foi adjudicada era a mais barata e das piores que foram visitadas na Alemanha como foi divulgado pelos participantes na visita às unidades alemãs semelhantes, não era também a tecnologicamente mais avançada. No entanto na altura o administrador competente Sr. Rui Godinho assegurava a capacidade e resposta ao solicitado por parte do consórcio vencedor.
O tempo acabou por trazer a verdade ao de cima e mostrar as diversas fragilidades que o concurso e o consórcio tinha, privilegiando o preço ao contrário de uma solução tecnologicamente avançada e o mais adequada possível à população, pois está inserida a 100mts de uma zona populacional.
Após problemas de projecto, autorizações e capacidade de resposta por parte do consórcio vencedor que atrasaram em vários anos a inauguração da ETVO, iniciou-se o período de testes, supostamente alguns meses, mas que se transformaram em 2 anos de martírio.
2 anos em que a população serviu de cobaia ao mau dimensionamento da instalação e aos diversos problemas e avarias que a ETVO teve, que se traduziam constantemente em odores, interferindo assim na qualidade de vida de milhares de pessoas.
Dormia eu no entanto relativamente descansado, pois dizia a Valorsul que só aceitaria a unidade quando todos os problemas estivessem resolvidos e não existissem cheiros, estando por isso a unidade ainda em aperfeiçoamento/obra.
Começa então a saga do despachar a aceitação da obra, por interesses que não são os da população, mas sim os da administração da Valorsul:
- Em Dezembro de 2007 em Assembleia de Freguesia com a presença do Presidente da Câmara da Amadora e da Valorsul representada entre outros pelo Administrador e pela Dra. Ana Loureiro, reconheceu a Valorsul as diversas avarias/anomalias e os cheiros libertados e afirmaram que estavam a ser efectuadas intervenções na unidade até ao final do ano, que consistiam no aumento da capacidade do biofiltro. Estas alterações iriam resolver os problemas, sendo então recepcionada a obra.
Ficaram no entanto levantadas questões e problemas no que respeitava:
a) às avarias e respectiva capacidade de resposta às mesmas, nomeadamente a nível da substituição de peças e falta de equipamento secundário de minimização dos impactos causados, devidos às constantes avarias que os dois anos de teste indicavam;
b) à actualidade/inovação do equipamento instalado devido ao atraso de 8 anos em relação ao projecto inicial da Valorsul que serviu de base à adjudicação da ETVO.
- Em Março de 2008 com toda a pompa é inaugurada a ETVO, com a presença do Secretário de Estado do Ambiente, CMA, Valorsul e demais entidades.
- No final de Abril, inicio de Maio de 2008, durante cerca de 15 dias a população é afectada por intenso cheiro, como não se tinha antes verificado. Informadas as entidades competentes, a Valorsul fechou-se em copas e não deu qualquer informação, dizendo que existia um problema e informaria passados alguns dias o que se passava.
Sabemos hoje, que existiram de facto duas avarias, no Biofiltro e no cais de descarga.
O mais grave é que os responsáveis da instalação demonstraram uma total falta de sensibilidade e de respeito pela população, pois ocorrendo os problemas/avarias, em vez de tentarem minimizar os impactos das mesmas, mantiveram o normal funcionamento da estação, descarregando assim ao ar livre (costumava ser numa zona totalmente fechada) as toneladas de resíduos provenientes de cantinas e mercados e existindo um biofiltro parado, causando o intenso odor.
- Actualmente existem maus cheiros diários, a algumas horas do dia.
A ETVO, deveria caso existisse algum respeito pela população como os responsáveis da Valorsul querem transparecer, ter fechado a instalação até a resolução dos problemas e canalizado os camiões com os resíduos para a incineradora.
O não fazer nada, que foi o que aconteceu permitiu não causar transtornos nem percas monetárias, mais uma vez ganhou o dinheiro em vez do bem estar da população.
É inconcebível como se dá o Ok ao pagamento e se autoriza a recepção de uma unidade com a dimensão da ETVO com apenas um mês e pouco de verificação de eficácia das obras efectuadas no final de 2007/inicio de 2008, principalmente quando o historial não abona nada em favor do consórcio.
A administração e técnicos revelaram uma total irresponsabilidade, na procura de atingirem o objectivo de inaugurarem a ETVO e quem perdeu são os milhares de moradores dos Moinhos da Funcheira/Amadora.
Não posso no entanto deixar de referir também a cobardia de não revelarem aquando dos maus cheiro de Abril/Maio as anomalias/avarias existentes, com receio que caso a população soubesse que tinha uma lixeira a céu aberto, tomasse as devidas providências contestatárias à ETVO.
Esta decisão de adiarem prestar informações às entidades competentes, só demonstra o carácter dos decisores da Valorsul.
Como tal e considerando o acima exposto, eu cidadão Nuno Clemente, morador recenseado nos Moinhos da Funcheira e contribuinte do Estado Português exijo:
- Parecer de comissão técnica totalmente independente sobre o funcionamento da ETVO, possibilidades de melhoria e actualização tecnológica;
- Instalação de medidores de odores, com acesso on-line aos valores nos serviços autárquicos próximos da população;
- Acta on-line de qualquer anomalia/avaria detectadas pelos duties nos livros de duties/ocorrências;
- Acesso à instalação de qualquer morador que reporte odores e que queira verificar a proveniência dos mesmos;
- Aquisição de equipamentos para actuar em situações de emergência/avarias como as ocorridas no final de Março, que visem minimizar o impacto na população destas ocorrências;
- Elaboração por entidade competente e independente de informação à população da lista de perigos e riscos da ETVO;
- Sessões públicas e de esclarecimento à população (com divulgação nas caixas de correio) da actividade, problemas e soluções da ETVO;
- Retratamento profissional e pessoal em carta aberta à população, da administração da Valorsul sobre o erro que foi recepcionarem do consórcio ETVO, com plano de melhorias;
- Contrapartidas no que diz respeito à qualidade de vida dos moradores dos Moinhos da Funcheira devido à instalação de um equipamento defeituoso antigo/mono, odorífero e que movimenta u número significativo de camiões mal cheirosos nas ruas do bairro, como por exemplo:
a) Criação/manutenção de espaços verdes nomeadamente da antiga lixeira da Boba, nas zonas disponíveis para equipamentos nos Moinhos da Funcheira, na zona envolvente à ETVO;
b) Apoio à Higiene Urbana e ambiental provocada pela ETVO e camiões por ela utilizados, como a lavagem de ruas, etc...;
c) Criação de fundo ambiental para beneficio da população.
Sem outro assunto de momento
Nuno Clemente
De: Joana Xavier [mailto:joana.xavier@valorsul.pt]
Enviada: ter 20-11-2007 10:14
Para: nunoamclemente
Assunto: Resposta a reclamação de maus cheiros em S. Brás
Ref.ª E-2007/004270
Exmo. Senhor Nuno Clemente,
Queremos desde já agradecer o seu contacto e a oportunidade que nos dá para esclarecer as suas dúvidas relativamente à actividade da Estação de Tratamento e Valorização Orgânica da Valorsul.
Em resposta ao seu contacto cumpre-nos informar o seguinte: Estamos totalmente empenhados em resolver a emissão destes maus odores que relata de forma definitiva, estando a empreender as necessárias diligencias junto do Consórcio que construiu esta unidade e que actualmente ainda supervisiona a exploração da ETVO.
Lamentamos que o Consórcio não consiga resolver esta situação com maior celeridade. Este está agora a instalar um equipamento de maior capacidade para tratamento do ar proveniente do interior da instalação, prevendo-se que corrija a anomalia. A previsão destes trabalhos é até ao final do ano, tendo tido início já em Outubro.
Manifestamos ainda total disponibilidade para qualquer esclarecimento adicional que julgue necessário.
Com os melhores cumprimentos,
Joana Xavier
Direcção de Comunicação, Imagem e Documentação
Tel.: 219535900
Fax:219535935
http://www.valorsul.pt/
To: moinhosdafuncheira@hotmail.com
Subject: Fwd: Noticia Moinhos da Funcheira - Mau cheiro ETVO
Assunto: Resposta a reclamação de maus cheiros em S. Brás - "CARTA ABERTA À VALORSUL"
Exmos. Senhores
Venho por este meio mostrar a minha indignação relativamente ao estado actual de funcionamento da ETVO.
Como é do Vosso conhecimento, desde o arranque desta unidade que sou contemplado por diversas vezes com os aromas daí provenientes.
Este processo foi contestado desde o inicio, não pelo facto de tal unidade ser instalada, mas porque das propostas apresentadas para a construção do mesmo a que foi adjudicada era a mais barata e das piores que foram visitadas na Alemanha como foi divulgado pelos participantes na visita às unidades alemãs semelhantes, não era também a tecnologicamente mais avançada. No entanto na altura o administrador competente Sr. Rui Godinho assegurava a capacidade e resposta ao solicitado por parte do consórcio vencedor.
O tempo acabou por trazer a verdade ao de cima e mostrar as diversas fragilidades que o concurso e o consórcio tinha, privilegiando o preço ao contrário de uma solução tecnologicamente avançada e o mais adequada possível à população, pois está inserida a 100mts de uma zona populacional.
Após problemas de projecto, autorizações e capacidade de resposta por parte do consórcio vencedor que atrasaram em vários anos a inauguração da ETVO, iniciou-se o período de testes, supostamente alguns meses, mas que se transformaram em 2 anos de martírio.
2 anos em que a população serviu de cobaia ao mau dimensionamento da instalação e aos diversos problemas e avarias que a ETVO teve, que se traduziam constantemente em odores, interferindo assim na qualidade de vida de milhares de pessoas.
Dormia eu no entanto relativamente descansado, pois dizia a Valorsul que só aceitaria a unidade quando todos os problemas estivessem resolvidos e não existissem cheiros, estando por isso a unidade ainda em aperfeiçoamento/obra.
Começa então a saga do despachar a aceitação da obra, por interesses que não são os da população, mas sim os da administração da Valorsul:
- Em Dezembro de 2007 em Assembleia de Freguesia com a presença do Presidente da Câmara da Amadora e da Valorsul representada entre outros pelo Administrador e pela Dra. Ana Loureiro, reconheceu a Valorsul as diversas avarias/anomalias e os cheiros libertados e afirmaram que estavam a ser efectuadas intervenções na unidade até ao final do ano, que consistiam no aumento da capacidade do biofiltro. Estas alterações iriam resolver os problemas, sendo então recepcionada a obra.
Ficaram no entanto levantadas questões e problemas no que respeitava:
a) às avarias e respectiva capacidade de resposta às mesmas, nomeadamente a nível da substituição de peças e falta de equipamento secundário de minimização dos impactos causados, devidos às constantes avarias que os dois anos de teste indicavam;
b) à actualidade/inovação do equipamento instalado devido ao atraso de 8 anos em relação ao projecto inicial da Valorsul que serviu de base à adjudicação da ETVO.
- Em Março de 2008 com toda a pompa é inaugurada a ETVO, com a presença do Secretário de Estado do Ambiente, CMA, Valorsul e demais entidades.
- No final de Abril, inicio de Maio de 2008, durante cerca de 15 dias a população é afectada por intenso cheiro, como não se tinha antes verificado. Informadas as entidades competentes, a Valorsul fechou-se em copas e não deu qualquer informação, dizendo que existia um problema e informaria passados alguns dias o que se passava.
Sabemos hoje, que existiram de facto duas avarias, no Biofiltro e no cais de descarga.
O mais grave é que os responsáveis da instalação demonstraram uma total falta de sensibilidade e de respeito pela população, pois ocorrendo os problemas/avarias, em vez de tentarem minimizar os impactos das mesmas, mantiveram o normal funcionamento da estação, descarregando assim ao ar livre (costumava ser numa zona totalmente fechada) as toneladas de resíduos provenientes de cantinas e mercados e existindo um biofiltro parado, causando o intenso odor.
- Actualmente existem maus cheiros diários, a algumas horas do dia.
A ETVO, deveria caso existisse algum respeito pela população como os responsáveis da Valorsul querem transparecer, ter fechado a instalação até a resolução dos problemas e canalizado os camiões com os resíduos para a incineradora.
O não fazer nada, que foi o que aconteceu permitiu não causar transtornos nem percas monetárias, mais uma vez ganhou o dinheiro em vez do bem estar da população.
É inconcebível como se dá o Ok ao pagamento e se autoriza a recepção de uma unidade com a dimensão da ETVO com apenas um mês e pouco de verificação de eficácia das obras efectuadas no final de 2007/inicio de 2008, principalmente quando o historial não abona nada em favor do consórcio.
A administração e técnicos revelaram uma total irresponsabilidade, na procura de atingirem o objectivo de inaugurarem a ETVO e quem perdeu são os milhares de moradores dos Moinhos da Funcheira/Amadora.
Não posso no entanto deixar de referir também a cobardia de não revelarem aquando dos maus cheiro de Abril/Maio as anomalias/avarias existentes, com receio que caso a população soubesse que tinha uma lixeira a céu aberto, tomasse as devidas providências contestatárias à ETVO.
Esta decisão de adiarem prestar informações às entidades competentes, só demonstra o carácter dos decisores da Valorsul.
Como tal e considerando o acima exposto, eu cidadão Nuno Clemente, morador recenseado nos Moinhos da Funcheira e contribuinte do Estado Português exijo:
- Parecer de comissão técnica totalmente independente sobre o funcionamento da ETVO, possibilidades de melhoria e actualização tecnológica;
- Instalação de medidores de odores, com acesso on-line aos valores nos serviços autárquicos próximos da população;
- Acta on-line de qualquer anomalia/avaria detectadas pelos duties nos livros de duties/ocorrências;
- Acesso à instalação de qualquer morador que reporte odores e que queira verificar a proveniência dos mesmos;
- Aquisição de equipamentos para actuar em situações de emergência/avarias como as ocorridas no final de Março, que visem minimizar o impacto na população destas ocorrências;
- Elaboração por entidade competente e independente de informação à população da lista de perigos e riscos da ETVO;
- Sessões públicas e de esclarecimento à população (com divulgação nas caixas de correio) da actividade, problemas e soluções da ETVO;
- Retratamento profissional e pessoal em carta aberta à população, da administração da Valorsul sobre o erro que foi recepcionarem do consórcio ETVO, com plano de melhorias;
- Contrapartidas no que diz respeito à qualidade de vida dos moradores dos Moinhos da Funcheira devido à instalação de um equipamento defeituoso antigo/mono, odorífero e que movimenta u número significativo de camiões mal cheirosos nas ruas do bairro, como por exemplo:
a) Criação/manutenção de espaços verdes nomeadamente da antiga lixeira da Boba, nas zonas disponíveis para equipamentos nos Moinhos da Funcheira, na zona envolvente à ETVO;
b) Apoio à Higiene Urbana e ambiental provocada pela ETVO e camiões por ela utilizados, como a lavagem de ruas, etc...;
c) Criação de fundo ambiental para beneficio da população.
Sem outro assunto de momento
Nuno Clemente
De: Joana Xavier [mailto:joana.xavier@valorsul.pt]
Enviada: ter 20-11-2007 10:14
Para: nunoamclemente
Assunto: Resposta a reclamação de maus cheiros em S. Brás
Ref.ª E-2007/004270
Exmo. Senhor Nuno Clemente,
Queremos desde já agradecer o seu contacto e a oportunidade que nos dá para esclarecer as suas dúvidas relativamente à actividade da Estação de Tratamento e Valorização Orgânica da Valorsul.
Em resposta ao seu contacto cumpre-nos informar o seguinte: Estamos totalmente empenhados em resolver a emissão destes maus odores que relata de forma definitiva, estando a empreender as necessárias diligencias junto do Consórcio que construiu esta unidade e que actualmente ainda supervisiona a exploração da ETVO.
Lamentamos que o Consórcio não consiga resolver esta situação com maior celeridade. Este está agora a instalar um equipamento de maior capacidade para tratamento do ar proveniente do interior da instalação, prevendo-se que corrija a anomalia. A previsão destes trabalhos é até ao final do ano, tendo tido início já em Outubro.
Manifestamos ainda total disponibilidade para qualquer esclarecimento adicional que julgue necessário.
Com os melhores cumprimentos,
Joana Xavier
Direcção de Comunicação, Imagem e Documentação
Tel.: 219535900
Fax:219535935
http://www.valorsul.pt/
2 de maio de 2008
Peça ao Dolce Vita para plantar 9 mil árvores no novo centro comercial na Amadora
O novo centro comercial Dolce Vita Tejo situado na Amadora terá nove mil lugares de estacionamento subterrâneo distribuídos por quatro pisos. Este será o maior centro comercial da Península Ibérica.
Nove mil lugares de estacionamento são mais um convite a uma utilização excessiva do automóvel nesta zona da Amadora e na Grande Lisboa. Teremos mais poluição atmosférica e mais problemas de saúde. Tudo menos uma Dolce Vita (vida doce).
A poluição atmosférica, gerada pelos veículos motorizados, é uma séria ameaça à saúde dos habitantes de um dado lugar, sendo responsável pela deflagração de inúmeros problemas como alergias, doenças respiratórias, cardiopatias, stress, cancros, entre outros.
Peça ao Dolce Vita para plantar 9 mil árvores (uma por cada lugar de estacionamento automóvel) e instalar parques de estacionamento para bicicletas (no formato U invertido).
e-mail: geral@dolcevita.pt
Por favor envie o seu e-mail com conhecimento (Cc) para ambientalistas_da_amadora@aeiou.pt
----------------------------------------------
E-mail enviado por: ambientalistas amadora [ambientalistas_da_amadora@aeiou.pt]
Nove mil lugares de estacionamento são mais um convite a uma utilização excessiva do automóvel nesta zona da Amadora e na Grande Lisboa. Teremos mais poluição atmosférica e mais problemas de saúde. Tudo menos uma Dolce Vita (vida doce).
A poluição atmosférica, gerada pelos veículos motorizados, é uma séria ameaça à saúde dos habitantes de um dado lugar, sendo responsável pela deflagração de inúmeros problemas como alergias, doenças respiratórias, cardiopatias, stress, cancros, entre outros.
Peça ao Dolce Vita para plantar 9 mil árvores (uma por cada lugar de estacionamento automóvel) e instalar parques de estacionamento para bicicletas (no formato U invertido).
e-mail: geral@dolcevita.pt
Por favor envie o seu e-mail com conhecimento (Cc) para ambientalistas_da_amadora@aeiou.pt
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E-mail enviado por: ambientalistas amadora [ambientalistas_da_amadora@aeiou.pt]
31 de agosto de 2007
Acumulação de lixo...
Na zona do Alto da Mira, ainda não existem caixotes de lixo pequenos espalhados pelas ruas, para evitar o arremesso de lixo para o chão.
O que se tem verificado, é uma acumulação de lixo nas zonas verdes, o que posteriormente deixa transparecer a falta de recolha frequente no local.
O que se tem verificado, é uma acumulação de lixo nas zonas verdes, o que posteriormente deixa transparecer a falta de recolha frequente no local.
20 de junho de 2007
Mercado dos Moinhos da Funcheira
O Mercado dos Moinhos da Funcheira está fechado já há vários meses...
Na CMA informam que ainda está em estudo o que lá irá ser construído sem datas previstas.
É uma zona que necessita de aproveitamento, pois no coração dos Moinhos da Funcheira, até fazia sentido um mercado, um centro desportivo ou piscinas municipais, não existindo na área nada semelhante.
Nada como os moradores fazerem pedidos junto da CMA ou da JF São Brás.
Na CMA informam que ainda está em estudo o que lá irá ser construído sem datas previstas.
É uma zona que necessita de aproveitamento, pois no coração dos Moinhos da Funcheira, até fazia sentido um mercado, um centro desportivo ou piscinas municipais, não existindo na área nada semelhante.
Nada como os moradores fazerem pedidos junto da CMA ou da JF São Brás.
Terrenos sem utilização
Ao lado do Parque das Merendas na Urbanização Alto da Mira – Moinhos da Funcheira, existe um extenso terreno que não se encontra relvado, conforme a área do referido parque.
Segundo informações dadas pela Câmara da Amadora e Junta de Freguesia de São Brás, está previsto em Plano de Pormenor, a construção de um Lar de Idosos e de um Jardim de Infância, não existindo ainda datas previstas para a construção dos mesmos.
Regularmente, têm sido cortadas as "ervas" que crescem na zona, o que é um ponto a favor, pois evitam os possíveis pequenos incêndios que poderiam surgir. Apenas considero que esta zona deveria ter uma melhor limpeza do lixo que se teima a acumular...
Segundo informações dadas pela Câmara da Amadora e Junta de Freguesia de São Brás, está previsto em Plano de Pormenor, a construção de um Lar de Idosos e de um Jardim de Infância, não existindo ainda datas previstas para a construção dos mesmos.
Regularmente, têm sido cortadas as "ervas" que crescem na zona, o que é um ponto a favor, pois evitam os possíveis pequenos incêndios que poderiam surgir. Apenas considero que esta zona deveria ter uma melhor limpeza do lixo que se teima a acumular...
6 de junho de 2007
Caixa Multibanco
Na zona, não existe nenhuma caixa multibanco, onde quem se desloque a pé, possa efectuar o levantamento de dinheiro, sendo obrigada a deslocar-se de carro para a zona de saída dos Moinhos da Funcheira (perto das bombas da BP), onde existe “a” caixa que serve toda aquela zona. Em contacto quer com uma entidade bancária, quer com a Junta de Freguesia de São Brás, não foi dada qualquer solução, uma vez que, a resolução desta situação, implica custos... Sugiro mais pedidos feitos pelos moradores à Junta de Freguesia.
Antigo local dos depósitos de fuel
Há já alguns anos a EDP e a REN retiraram os perigosos e monstruosos depósitos da central Alto Mira, mas para já não existe mais nada nesse local.
Que tal dar a estes terrenos uma outra utilização: um centro desportivo, ou umas piscinas municipais?! Seria uma mais valia para todos os moradores, pois de facto, para qualquer habitante dos Moinhos da Funcheira poder praticar desporto, tem de se deslocar até ao centro da Amadora, para o fazer...
Que tal dar a estes terrenos uma outra utilização: um centro desportivo, ou umas piscinas municipais?! Seria uma mais valia para todos os moradores, pois de facto, para qualquer habitante dos Moinhos da Funcheira poder praticar desporto, tem de se deslocar até ao centro da Amadora, para o fazer...
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