O novo centro comercial Dolce Vita Tejo situado na Amadora terá nove mil lugares de estacionamento subterrâneo distribuídos por quatro pisos. Este será o maior centro comercial da Península Ibérica.
Nove mil lugares de estacionamento são mais um convite a uma utilização excessiva do automóvel nesta zona da Amadora e na Grande Lisboa. Teremos mais poluição atmosférica e mais problemas de saúde. Tudo menos uma Dolce Vita (vida doce).
A poluição atmosférica, gerada pelos veículos motorizados, é uma séria ameaça à saúde dos habitantes de um dado lugar, sendo responsável pela deflagração de inúmeros problemas como alergias, doenças respiratórias, cardiopatias, stress, cancros, entre outros.
Peça ao Dolce Vita para plantar 9 mil árvores (uma por cada lugar de estacionamento automóvel) e instalar parques de estacionamento para bicicletas (no formato U invertido).
e-mail: geral@dolcevita.pt
Por favor envie o seu e-mail com conhecimento (Cc) para ambientalistas_da_amadora@aeiou.pt
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E-mail enviado por: ambientalistas amadora [ambientalistas_da_amadora@aeiou.pt]
15 de abril de 2008
Registo incorrecto de quatro mil fogos na Amadora por desactualização de conservatórias
Mais de quatro mil fogos das mais recentes urbanizações de São Brás, na Amadora, foram registados como pertencentes à freguesia que abrangia os terrenos há dez anos, por "falta de actualização" das conservatórias. A freguesia de São Brás foi criada em Junho de 1997, no âmbito de uma reorganização administrativa do concelho, e integra desde então uma área que pertencia à freguesia da Mina, mas, segundo o presidente da Junta, Amílcar Martins, os serviços notariais do Ministério da Justiça não registaram devidamente as novas delimitações geográficas.
"Há muitos, muitos casos de pessoas que vivem aqui, mas têm os registos prediais e os bilhetes de identidade indicando que são da Mina, por serem induzidas em erro quando vão ao registo civil. Não houve um cruzamento de informação entre os ministérios e as pessoas estão a ser enganadas", disse o autarca socialista, sublinhando que o prazo de actualização dos dados era de cinco anos. "Neste momento a Mina é capaz de ter mais eleitores do que nós, mas não tem tantos residentes", afirmou o autarca.
A freguesia de São Brás tem trinta mil habitantes e cerca de quinze mil eleitores, "o que não acontece noutras freguesias", lamentou Amílcar Martins. Apesar das cartas enviadas pela Junta ao primeiro-ministro e aos ministérios da Justiça, das Finanças e da Administração Interna, a situação perdura há uma década e tornou-se mais problemática com o crescente número de queixas dos moradores da recém-construída urbanização Vila Chã, que delimita as duas freguesias.
Moradores terão de pagar correcções
Nos últimos anos, este e outros dois empreendimentos – Moinho do Guizo e Alto da Mira – dotaram São Brás com cerca de sete mil novos fogos, 60 por cento dos quais (4200) estão registados como pertencentes à Mina, segundo Amílcar Martins. "Um dia cria-se aqui um movimento para pedir indemnizações, devido aos gastos com as alterações que vão ser necessárias até estar tudo correcto", referiu o presidente, para quem a iniciativa seria compreensível.
"Se os ministérios sabem o que se está a passar porque nós informámos e fornecemos mapas e estamos a fazer registos errados. Ou somos masoquistas ou somos parvos", acrescentou.
O autarca alegou ainda que os promotores dos empreendimentos mais recentes apresentaram as áreas dos projectos à Câmara da Amadora como espaços urbanizáveis na freguesia da Mina e a autarquia, diz o presidente da Junta, "fez, se calhar, o que os outros fizeram" e "deixou passar".
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Fonte: Publico: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1325247
"Há muitos, muitos casos de pessoas que vivem aqui, mas têm os registos prediais e os bilhetes de identidade indicando que são da Mina, por serem induzidas em erro quando vão ao registo civil. Não houve um cruzamento de informação entre os ministérios e as pessoas estão a ser enganadas", disse o autarca socialista, sublinhando que o prazo de actualização dos dados era de cinco anos. "Neste momento a Mina é capaz de ter mais eleitores do que nós, mas não tem tantos residentes", afirmou o autarca.
A freguesia de São Brás tem trinta mil habitantes e cerca de quinze mil eleitores, "o que não acontece noutras freguesias", lamentou Amílcar Martins. Apesar das cartas enviadas pela Junta ao primeiro-ministro e aos ministérios da Justiça, das Finanças e da Administração Interna, a situação perdura há uma década e tornou-se mais problemática com o crescente número de queixas dos moradores da recém-construída urbanização Vila Chã, que delimita as duas freguesias.
Moradores terão de pagar correcções
Nos últimos anos, este e outros dois empreendimentos – Moinho do Guizo e Alto da Mira – dotaram São Brás com cerca de sete mil novos fogos, 60 por cento dos quais (4200) estão registados como pertencentes à Mina, segundo Amílcar Martins. "Um dia cria-se aqui um movimento para pedir indemnizações, devido aos gastos com as alterações que vão ser necessárias até estar tudo correcto", referiu o presidente, para quem a iniciativa seria compreensível.
"Se os ministérios sabem o que se está a passar porque nós informámos e fornecemos mapas e estamos a fazer registos errados. Ou somos masoquistas ou somos parvos", acrescentou.
O autarca alegou ainda que os promotores dos empreendimentos mais recentes apresentaram as áreas dos projectos à Câmara da Amadora como espaços urbanizáveis na freguesia da Mina e a autarquia, diz o presidente da Junta, "fez, se calhar, o que os outros fizeram" e "deixou passar".
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Fonte: Publico: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1325247
5 de março de 2008
Autarquia quer videovigilância e mais policiamento
A Câmara Municipal da Amadora vai solicitar videovigilância e a presença do corpo de intervenção da PSP para combater os assaltos na urbanização do Alto da Mira que, no início do ano, levaram os moradores a exigir mais segurança.
A câmara Municipal da Amadora vai pedir ao Ministério da Administração Interna a instalação de um sistema de videovigilância e a presença do corpo de intervenção da PSP para combater os assaltos na urbanização do Alto da Mira.
Em Janeiro, várias lojas foram assaltadas nesta urbanização da freguesia de São Brás, na Amadora, levando centenas de moradores e comerciantes a uma manifestação espontânea, na qual exigiram mais policiamento.
Entretanto, os moradores enviaram já um abaixo-assinado ao primeiro-ministro e ao ministro da Administração Interna contestanto a falta de segurança.
Ouvido pela TSF, o presidente da Junta de Freguesia de São Brás, Amilcar Martins, considerou «essencial» o reforço do policiamento e a instalação de um sistema de videovigilância, devido à «falta de segurança» sentida pelos moradores na sequência da vaga de assaltos registada na urbanização.
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Noticia Publicada pela TSF em: http://tsf.sapo.pt/online/vida/interior.asp?id_artigo=TSF189040
e enviada por: CTeixeira
A câmara Municipal da Amadora vai pedir ao Ministério da Administração Interna a instalação de um sistema de videovigilância e a presença do corpo de intervenção da PSP para combater os assaltos na urbanização do Alto da Mira.
Em Janeiro, várias lojas foram assaltadas nesta urbanização da freguesia de São Brás, na Amadora, levando centenas de moradores e comerciantes a uma manifestação espontânea, na qual exigiram mais policiamento.
Entretanto, os moradores enviaram já um abaixo-assinado ao primeiro-ministro e ao ministro da Administração Interna contestanto a falta de segurança.
Ouvido pela TSF, o presidente da Junta de Freguesia de São Brás, Amilcar Martins, considerou «essencial» o reforço do policiamento e a instalação de um sistema de videovigilância, devido à «falta de segurança» sentida pelos moradores na sequência da vaga de assaltos registada na urbanização.
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Noticia Publicada pela TSF em: http://tsf.sapo.pt/online/vida/interior.asp?id_artigo=TSF189040
e enviada por: CTeixeira
3 de março de 2008
Obras em casa já não precisam de licença camarária
As obras em casa não precisam de licença camarária a partir de hoje e quem assinar os projectos pode ficar até quatro anos sem exercer se violar as regras urbanísticas. Segundo o novo Regime Jurídico da Urbanização e Edificação que entrou hoje em vigor.
A nova legislação - Lei nº 60/2007 de 4 de Setembro - dispensa de licença as obras "de escassa relevância urbanística" e de conservação e alteração nas casas desde que não alterem a estrutura do edifício, das cérceas e das fachadas. Já os trabalhos de preservação de fachadas de prédio ou a construção de piscinas em moradias precisam apenas de uma comunicação à autarquia.
Dependentes de licença ficam as obras de reconstrução, ampliação ou demolição de edifícios que façam parte do património, o mesmo acontecendo com os prédios situados em zonas históricas ou protegidas, que merecem uma maior atenção e vigilância por parte das câmaras municipais.
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Noticia completa em: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1321400&idCanal=62
A nova legislação - Lei nº 60/2007 de 4 de Setembro - dispensa de licença as obras "de escassa relevância urbanística" e de conservação e alteração nas casas desde que não alterem a estrutura do edifício, das cérceas e das fachadas. Já os trabalhos de preservação de fachadas de prédio ou a construção de piscinas em moradias precisam apenas de uma comunicação à autarquia.
Dependentes de licença ficam as obras de reconstrução, ampliação ou demolição de edifícios que façam parte do património, o mesmo acontecendo com os prédios situados em zonas históricas ou protegidas, que merecem uma maior atenção e vigilância por parte das câmaras municipais.
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Noticia completa em: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1321400&idCanal=62
IMI sobe 120 euros já a partir de Abril
Falta menos de um mês para que os proprietários de imóveis sejam confrontados com aumentos até aos 120 euros no imposto municipal sobre imóveis (IMI). O fisco vai começar já esta semana a enviar notas de cobrança, via Correios.
A subida do imposto é justificada com a actualização da cláusula de salvaguarda, criada na passagem da ex-contribuição autárquica para o IMI, com o objectivo de evitar a revisão do valor patrimonial das casas, congeladas entre os anos 70 e 2003, levasse a um grande aumento do imposto logo nesse ano.
Já no ano passado a quantia a pagar aumentou 105 euros, baseada na mesma cláusula, que amortece o aumento anual do imposto, que resulta da actualização do valor patrimonial dos imóveis.
O IMI deverá continuar a aumentar progressivamente até 2011.
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Noticia completa em: http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1321345
A subida do imposto é justificada com a actualização da cláusula de salvaguarda, criada na passagem da ex-contribuição autárquica para o IMI, com o objectivo de evitar a revisão do valor patrimonial das casas, congeladas entre os anos 70 e 2003, levasse a um grande aumento do imposto logo nesse ano.
Já no ano passado a quantia a pagar aumentou 105 euros, baseada na mesma cláusula, que amortece o aumento anual do imposto, que resulta da actualização do valor patrimonial dos imóveis.
O IMI deverá continuar a aumentar progressivamente até 2011.
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Noticia completa em: http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1321345
24 de fevereiro de 2008
Limpeza na Praceta Patrício
Amadora, 23 de Fevereiro de 2008
ASSUNTO: LIMPEZA NA PRACETA PATRÍCIO MOINHOS DA FUNCHEIRA
Nós, moradores da praceta são patrício dos Moinhos da Funcheira - Amadora, sentimos rejeitados por esta autarquia devido a falta de limpeza, pois há vários meses que aqui estão vários carros abandonados e a imperdir o transito dos autocarros nº 142, desta mesma praceta existe um daqueles postes monstruoso da alta tensão que também esta cheio de lixo e muito entulho a sua volta é uma "BOMBA QUE ALI ESTA", e os lotes que não têm casas têm muito mato, que em ano de seca torna-se muito perigoso na época de verão que se aproxima por causa dos fogos e dos bichos assim esta em causa a saúde pública.
Pelas razões acima referidas, vimos por este meio apelar a V. Ex.ª que não descure deste problema e que o examine da melhor maneira possível a fim de fazer a limpeza na Praceta São patrício Moinhos da funcheira e a remoção dos carros abandonados
ONDE É QUE ANDA A FISCALIZAÇÃO CAMARÁRIA?
Foi enviado para:
A Junta de S. Bras
JORNAL DA REGIAO
a SIC
a RTP
a TVI
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Mail enviado por: moinhos_da_funcheira@sapo.pt
ASSUNTO: LIMPEZA NA PRACETA PATRÍCIO MOINHOS DA FUNCHEIRA
Nós, moradores da praceta são patrício dos Moinhos da Funcheira - Amadora, sentimos rejeitados por esta autarquia devido a falta de limpeza, pois há vários meses que aqui estão vários carros abandonados e a imperdir o transito dos autocarros nº 142, desta mesma praceta existe um daqueles postes monstruoso da alta tensão que também esta cheio de lixo e muito entulho a sua volta é uma "BOMBA QUE ALI ESTA", e os lotes que não têm casas têm muito mato, que em ano de seca torna-se muito perigoso na época de verão que se aproxima por causa dos fogos e dos bichos assim esta em causa a saúde pública.
Pelas razões acima referidas, vimos por este meio apelar a V. Ex.ª que não descure deste problema e que o examine da melhor maneira possível a fim de fazer a limpeza na Praceta São patrício Moinhos da funcheira e a remoção dos carros abandonados
ONDE É QUE ANDA A FISCALIZAÇÃO CAMARÁRIA?
Foi enviado para:
A Junta de S. Bras
JORNAL DA REGIAO
a SIC
a RTP
a TVI
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Mail enviado por: moinhos_da_funcheira@sapo.pt
7 de fevereiro de 2008
Duas novas esquadras no concelho da Amadora
Está definitivamente confirmada a localização da futura esquadra da PSP que vai albergar a redimensionada Divisão da Amadora desta força de segurança. A Câmara da Amadora já havia disponibilizado um terreno de cinco mil metros quadrados em Vila Chã, na freguesia da Mina, e a construção do equipamento era uma reivindicação muito antiga da autarquia junto do Ministério da Administração Interna.
"O projecto da esquadra está já a ser feito e a construção vai ser financiada pela Chamartín, empresa que está a construir a norte do concelho o centro comercial Dolce Vita Tejo", revela Joaquim Raposo, presidente da Câmara. A esquadra terá 2500 metros quadrados de área de construção e vai concentrar num só espaço todas as brigadas especiais da PSP. "Tendo em vista esta nova Divisão, a Amadora já foi reforçada com 150 novos agentes da polícia", acrescenta.
A esquadra, que deverá estar pronta até Março de 2009, altura em que está prevista também a inauguração do centro comercial, vai ser construída num terreno defronte à escola e às instalações da EDP, junto à Praça Pedro Álvares Cabral.
Para reforçar ainda mais a segurança na zona norte do concelho, a empresa Chamartín também vai criar uma pequena esquadra dentro do próprio centro comercial, "também destinada a prestar serviço no exterior", revela o edil. Uma mais-valia, já que o Dolce Vita Tejo se encontra a poucas centenas de metros do bairro de realojamento Casal da Mira, onde a autarquia havia reservado uma loja para instalar um posto de atendimento da PSP.
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