A Câmara Municipal da Amadora vai solicitar videovigilância e a presença do corpo de intervenção da PSP para combater os assaltos na urbanização do Alto da Mira que, no início do ano, levaram os moradores a exigir mais segurança.
A câmara Municipal da Amadora vai pedir ao Ministério da Administração Interna a instalação de um sistema de videovigilância e a presença do corpo de intervenção da PSP para combater os assaltos na urbanização do Alto da Mira.
Em Janeiro, várias lojas foram assaltadas nesta urbanização da freguesia de São Brás, na Amadora, levando centenas de moradores e comerciantes a uma manifestação espontânea, na qual exigiram mais policiamento.
Entretanto, os moradores enviaram já um abaixo-assinado ao primeiro-ministro e ao ministro da Administração Interna contestanto a falta de segurança.
Ouvido pela TSF, o presidente da Junta de Freguesia de São Brás, Amilcar Martins, considerou «essencial» o reforço do policiamento e a instalação de um sistema de videovigilância, devido à «falta de segurança» sentida pelos moradores na sequência da vaga de assaltos registada na urbanização.
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Noticia Publicada pela TSF em: http://tsf.sapo.pt/online/vida/interior.asp?id_artigo=TSF189040
e enviada por: CTeixeira
5 de março de 2008
3 de março de 2008
Obras em casa já não precisam de licença camarária
As obras em casa não precisam de licença camarária a partir de hoje e quem assinar os projectos pode ficar até quatro anos sem exercer se violar as regras urbanísticas. Segundo o novo Regime Jurídico da Urbanização e Edificação que entrou hoje em vigor.
A nova legislação - Lei nº 60/2007 de 4 de Setembro - dispensa de licença as obras "de escassa relevância urbanística" e de conservação e alteração nas casas desde que não alterem a estrutura do edifício, das cérceas e das fachadas. Já os trabalhos de preservação de fachadas de prédio ou a construção de piscinas em moradias precisam apenas de uma comunicação à autarquia.
Dependentes de licença ficam as obras de reconstrução, ampliação ou demolição de edifícios que façam parte do património, o mesmo acontecendo com os prédios situados em zonas históricas ou protegidas, que merecem uma maior atenção e vigilância por parte das câmaras municipais.
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Noticia completa em: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1321400&idCanal=62
A nova legislação - Lei nº 60/2007 de 4 de Setembro - dispensa de licença as obras "de escassa relevância urbanística" e de conservação e alteração nas casas desde que não alterem a estrutura do edifício, das cérceas e das fachadas. Já os trabalhos de preservação de fachadas de prédio ou a construção de piscinas em moradias precisam apenas de uma comunicação à autarquia.
Dependentes de licença ficam as obras de reconstrução, ampliação ou demolição de edifícios que façam parte do património, o mesmo acontecendo com os prédios situados em zonas históricas ou protegidas, que merecem uma maior atenção e vigilância por parte das câmaras municipais.
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Noticia completa em: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1321400&idCanal=62
IMI sobe 120 euros já a partir de Abril
Falta menos de um mês para que os proprietários de imóveis sejam confrontados com aumentos até aos 120 euros no imposto municipal sobre imóveis (IMI). O fisco vai começar já esta semana a enviar notas de cobrança, via Correios.
A subida do imposto é justificada com a actualização da cláusula de salvaguarda, criada na passagem da ex-contribuição autárquica para o IMI, com o objectivo de evitar a revisão do valor patrimonial das casas, congeladas entre os anos 70 e 2003, levasse a um grande aumento do imposto logo nesse ano.
Já no ano passado a quantia a pagar aumentou 105 euros, baseada na mesma cláusula, que amortece o aumento anual do imposto, que resulta da actualização do valor patrimonial dos imóveis.
O IMI deverá continuar a aumentar progressivamente até 2011.
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Noticia completa em: http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1321345
A subida do imposto é justificada com a actualização da cláusula de salvaguarda, criada na passagem da ex-contribuição autárquica para o IMI, com o objectivo de evitar a revisão do valor patrimonial das casas, congeladas entre os anos 70 e 2003, levasse a um grande aumento do imposto logo nesse ano.
Já no ano passado a quantia a pagar aumentou 105 euros, baseada na mesma cláusula, que amortece o aumento anual do imposto, que resulta da actualização do valor patrimonial dos imóveis.
O IMI deverá continuar a aumentar progressivamente até 2011.
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Noticia completa em: http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1321345
24 de fevereiro de 2008
Limpeza na Praceta Patrício
Amadora, 23 de Fevereiro de 2008
ASSUNTO: LIMPEZA NA PRACETA PATRÍCIO MOINHOS DA FUNCHEIRA
Nós, moradores da praceta são patrício dos Moinhos da Funcheira - Amadora, sentimos rejeitados por esta autarquia devido a falta de limpeza, pois há vários meses que aqui estão vários carros abandonados e a imperdir o transito dos autocarros nº 142, desta mesma praceta existe um daqueles postes monstruoso da alta tensão que também esta cheio de lixo e muito entulho a sua volta é uma "BOMBA QUE ALI ESTA", e os lotes que não têm casas têm muito mato, que em ano de seca torna-se muito perigoso na época de verão que se aproxima por causa dos fogos e dos bichos assim esta em causa a saúde pública.
Pelas razões acima referidas, vimos por este meio apelar a V. Ex.ª que não descure deste problema e que o examine da melhor maneira possível a fim de fazer a limpeza na Praceta São patrício Moinhos da funcheira e a remoção dos carros abandonados
ONDE É QUE ANDA A FISCALIZAÇÃO CAMARÁRIA?
Foi enviado para:
A Junta de S. Bras
JORNAL DA REGIAO
a SIC
a RTP
a TVI
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Mail enviado por: moinhos_da_funcheira@sapo.pt
ASSUNTO: LIMPEZA NA PRACETA PATRÍCIO MOINHOS DA FUNCHEIRA
Nós, moradores da praceta são patrício dos Moinhos da Funcheira - Amadora, sentimos rejeitados por esta autarquia devido a falta de limpeza, pois há vários meses que aqui estão vários carros abandonados e a imperdir o transito dos autocarros nº 142, desta mesma praceta existe um daqueles postes monstruoso da alta tensão que também esta cheio de lixo e muito entulho a sua volta é uma "BOMBA QUE ALI ESTA", e os lotes que não têm casas têm muito mato, que em ano de seca torna-se muito perigoso na época de verão que se aproxima por causa dos fogos e dos bichos assim esta em causa a saúde pública.
Pelas razões acima referidas, vimos por este meio apelar a V. Ex.ª que não descure deste problema e que o examine da melhor maneira possível a fim de fazer a limpeza na Praceta São patrício Moinhos da funcheira e a remoção dos carros abandonados
ONDE É QUE ANDA A FISCALIZAÇÃO CAMARÁRIA?
Foi enviado para:
A Junta de S. Bras
JORNAL DA REGIAO
a SIC
a RTP
a TVI
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Mail enviado por: moinhos_da_funcheira@sapo.pt
7 de fevereiro de 2008
Duas novas esquadras no concelho da Amadora
Está definitivamente confirmada a localização da futura esquadra da PSP que vai albergar a redimensionada Divisão da Amadora desta força de segurança. A Câmara da Amadora já havia disponibilizado um terreno de cinco mil metros quadrados em Vila Chã, na freguesia da Mina, e a construção do equipamento era uma reivindicação muito antiga da autarquia junto do Ministério da Administração Interna.
"O projecto da esquadra está já a ser feito e a construção vai ser financiada pela Chamartín, empresa que está a construir a norte do concelho o centro comercial Dolce Vita Tejo", revela Joaquim Raposo, presidente da Câmara. A esquadra terá 2500 metros quadrados de área de construção e vai concentrar num só espaço todas as brigadas especiais da PSP. "Tendo em vista esta nova Divisão, a Amadora já foi reforçada com 150 novos agentes da polícia", acrescenta.
A esquadra, que deverá estar pronta até Março de 2009, altura em que está prevista também a inauguração do centro comercial, vai ser construída num terreno defronte à escola e às instalações da EDP, junto à Praça Pedro Álvares Cabral.
Para reforçar ainda mais a segurança na zona norte do concelho, a empresa Chamartín também vai criar uma pequena esquadra dentro do próprio centro comercial, "também destinada a prestar serviço no exterior", revela o edil. Uma mais-valia, já que o Dolce Vita Tejo se encontra a poucas centenas de metros do bairro de realojamento Casal da Mira, onde a autarquia havia reservado uma loja para instalar um posto de atendimento da PSP.
Noticia publicada:
6 de fevereiro de 2008
Abrigos nas paragens no Alto da Mira
No Jornal da Região da Amadora, esta semana vem publicada uma noticia acerca da falta de abrigos nas paragens da Vimeca no Alto da Mira.
Tal situação, deixa os utilizadores dos transportes publicos da zona, desprotegidos face às intempéries.
Além disto, conforme uma noticia já colocada neste blog, também se chama à atenção, ao que se passa na Av. Lucas Pires, que para além de não ter passeios ao longo de uma das faixas, quem sai ou entra numa das paragens, tem passar por um terreno que fica enlameado nos dias de chuva. Inclusivamente, esse terreno, como tem estado sem qualquer tipo de utilização, neste momento, está com bastante lixo acumulado, o que além de transmitir um aspecto nada saudável à zona, ainda acarreta a possibilidade de surgirem pragas neste local.
Noticia publicada:
3 de fevereiro de 2008
Dezenas de moradores contestam estação de telecomunicações
A desconfiança e recusa em viver perto das antenas chegou também aos tribunais. Num caso que não é isolado, dezenas de moradores de Moinhos da Funcheira, Amadora, contestam a instalação de uma estação de telecomunicações.
A câmara na ausência de um pedido da TMN para a instalação da antena ordenou a demolição.
A operadora colocou, entretanto, uma providência cautelar no Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra a fim de impugnar a decisão da câmara.
O vice-presidente da Amadora, Gabriel Oliveira, disse ao CM que a antena “surgiu de uma forma clandestina e como tal tinha de ser demolida”. Fonte do gabinete de comunicação da TMN não quis comentar o caso por estar em tribunal.
Teresa Pereira, proprietária do terreno que alugou para a instalação da antena, é também desfavorável à solução encontrada pela TMN. “Aluguei para colocarem uma antena, não uma estação desta envergadura”, disse.
A noticia completa em: http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=276249&idselect=230&idCanal=230&p=200
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Noticia enviada por Hugo Jorge.
A câmara na ausência de um pedido da TMN para a instalação da antena ordenou a demolição.
A operadora colocou, entretanto, uma providência cautelar no Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra a fim de impugnar a decisão da câmara.
O vice-presidente da Amadora, Gabriel Oliveira, disse ao CM que a antena “surgiu de uma forma clandestina e como tal tinha de ser demolida”. Fonte do gabinete de comunicação da TMN não quis comentar o caso por estar em tribunal.
Teresa Pereira, proprietária do terreno que alugou para a instalação da antena, é também desfavorável à solução encontrada pela TMN. “Aluguei para colocarem uma antena, não uma estação desta envergadura”, disse.
A noticia completa em: http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=276249&idselect=230&idCanal=230&p=200
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Noticia enviada por Hugo Jorge.
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